quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

UPE abre inscrições para vagas em curso pré-vestibular em 25 cidades


Inscrições são realizadas no site da UPE até o dia 18 de março.
Aulas acontecem aos sábados, das 8h às 17h, e domingos, das 8h às 12h.

 


A Universidade de Pernambuco (UPE) dá início às inscrições do seu curso pré-vestibular, o Prevupe, a partir das 15h desta quarta-feira (15). As aulas preparatórias são gratuitas e direcionadas para ex-alunos e estudantes que estão cursando o terceiro ano do Ensino Médio na rede pública de ensino. As inscrições devem ser feitas no site da UPE até o dia 18 de março.

São disponibilizadas 6,3 mil vagas, distribuídas em 25 cidades de Pernambuco, em todas as regiões do estado. Os municípios com maior número de vagas são o Recife,  com 900, e Nazaré da Mata e Garanhuns, com 400 cada. A prova de seleção será realizada no dia 15 de abril, das 8h15 às 12h15, com 40 questões de múltipla escolha. O resultado será divulgado até o dia 24 de abril, e as aulas começam no dia 5 de maio.

Com conteúdos do ensino médio, as aulas serão ministradas por alunos das faculdades de formação de professores da UPE, supervisionados pela equipe da instituição responsável pela coordenação do curso. As escolas foram cedidas pela Secretaria Estadual de Educação, aos sábados, das 8h às 17h, e aos domingos, das 8h às 12h.

A taxa de inscrição custa R$ 20. Entretanto, os interessados podem pedir isenção da taxa até o dia 29 de fevereiro, também pelo site da UPE. A lista dos contemplados será revelada no dia 9 de março.

No ano de 2011, 365 alunos do Prevupe conseguiram vaga na UPE; 333 na UFPE; 87 na UFRPE; e 53 no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE).

Confira a lista das cidades que possuem vagas do Prevupe: Afogados da Ingazeira, Araripina, Arcoverde, Barreiros, Belém de São Francisco, Belo Jardim, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Caruaru, Exu, Garanhuns, Goiana, Itapissuma, Jaboatão dos Guararapes, Limoeiro, Nazaré da Mata, Olinda, Palmares, Paulista, Petrolina, Recife, Salgueiro, Serra Talhada, Santa Maria da Boa Vista e Vitória de Santo Antão.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Aumento abusivo na tarifa do transporte público no Recife tem como consequências protesto legítimos por parte dos estudantes.

Recife vai se tornar uma das capitais brasileiras com uma das tarifas mais caras do país. Sem falar que o serviço oferecido pelas empresas de ônibus são de péssima qualidade, muitas vezes obriga aos cidadãos que possuem carros a tirarem seus veículos da garagem, dessa forma logo o caótico trânsito do Recife e Região Metropolitana aumenta cossideravelmente.

Vale lembrar que dos quase 4 milhões de habitantes da RMR, cerca de 50% faz uso do transporte público coletivo. O aumento proposto pelos donos das empresas de ônibus era de 17,2% um valor bastante abusivo e maior que o índice da inflação que é de 6,5%.

Os estudantes e a sociedade civil organizada faz protesto nesse momento no centro da cidade do Recife.
 
Vídeo disponível no link: http://migre.me/7BQzm

O Conselho Superior de Transporte Metropolitano decidiu, hoje, o índice de reajuste para as tarifas. O aumento começa a valer domingo. Ficou estabelicido através de acordos que o reajuste será de 6,5%. O valor em real deve ficar entre R$ 2,10 ou R$ 2,15, o arredondamento desse valor fica a critério de avaliações técnicas por parte da ARPE (Agência de Regulamentação de Pernambuco).

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Série Grandes Geógrafos: Manuel Correira de Andrade

Geóg. Manuel Correia de Andrade
         No dia 3 de Agosto de 1922, no Engenho Jundiá, em Vicência, Estado de Pernambuco, nasce Manuel Correia de Oliveira Andrade. Os seus pais são Joaquim Correia Xavier de Andrade (senhor de engenho e criador de gado) e Zulmira Azevedo Correia de Andrade. Manuel faz os quatro primeiros anos do ensino formal em Vicência, mas, aos dez anos de idade, muda-se com a sua família para Recife. No Liceu Pernambucano dessa cidade, ele conclui o ensino fundamental e, no Instituto Carneiro Leão, o curso complementar pré-jurídico. Durante o curso pré-jurídico, ele se casa com Maria de Lourdes Sales Menezes, uma colega de curso que ele chama de Lourdinha e, com ela, tem cinco filhos.


Em seguida, Manuel Correia ingressa na Faculdade de Direito do Recife. O jovem estudante, porém, não se contentava em cursar apenas uma faculdade, porque, ao cabo de dois anos, decide realizar, concomitantemente, o curso de Licenciatura em Geografia e História, na antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Manoel da Nóbrega, hoje chamada de Universidade Católica de Pernambuco. Por sua vez, em 1945, ele conclui o bacharelado em Direito, e, em 1947, diploma-se em Geografia e História.

Apesar de ser filho de senhor de engenho, Manuel Correia torna-se membro do Partido Comunista aos vinte anos de idade. Por essa razão, os trabalhadores rurais passam a chamá-lo de Correinha e nele confiam. Naquela organização, entretanto, ele permanece somente sete meses. A despeito disto, as tendências esquerdizantes que possui facilitam a sua atuação profissional em vários sindicatos, como advogado trabalhista contratado.

Porém, mesmo tendo trabalhado no Sindicato dos Ferroviários, no Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Exploração de Pedras de Jaboatão, e no Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Papel e Papelão, o jovem advogado não estava satisfeito com a sua área de atuação, considerando-a como demandante de muito labor e retribuidora de pouco retorno financeiro. Ele decide incrementar o ritmo de suas leituras e, em uma delas, entusiasma-se com a obra do sociólogo Caio Prado Júnior Evolução política do Brasil. Manuel Correia dá início, então, ao estudo das revoluções ocorridas durante o período regencial, e passa a freqüentar bastante a Biblioteca Pública - local onde funciona hoje o Arquivo Público Estadual.

Pouco a pouco, aquele advogado dedica menos tempo à sua carreira jurídica e mais à pesquisa. Em uma das viagens que faz ao sul do Brasil, ele conhece pessoalmente Caio Prado Júnior, e surge daí uma preciosa oportunidade. O ilustre sociólogo estava selecionando especialistas em Geografia, em cada região do país, para que escrevessem sobre as diversas questões agrárias do país, e propõe a Manuel Correia que se encarregue da parte concernente à realidade nordestina.

Como fruto dessa oportunidade, nasceria o livro A terra e o homem no Nordeste, que foi prefaciado pelo próprio Caio Prado Júnior e publicado pela Editora Brasiliense. Essa obra causa uma grande reação nos geógrafos brasileiros, que a consideram como não-científica porque não se destinava a propósitos acadêmicos, e, sim, a registrar e analisar um longo processo político.


Em 1952, contrariando um antigo desejo de seu pai, Manuel Correia passa a se dedicar inteiramente ao ensino médio. Começa lecionando Geografia do Brasil e História, nos colégios Vera Cruz, Padre Félix e Americano Batista. Ensina também Geografia Física, na Faculdade de Filosofia do Recife; Geografia Geral, no Colégio Estadual de Pernambuco; e Geografia Econômica, na Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Por participar de manifestações de rua e atos de oposição a Agamenon Magalhães, por ser integrante do grupo de estudantes que pisoteou e rasgou o retrato de Getúlio Vargas (no bar Lero Lero), e por participar da luta política contra o Estado Novo, Manuel Correia é preso no Governo do interventor Etelvino Lins. Acontece que o delegado da Ordem Social era seu primo, Fábio Correia, que, diante das circunstâncias, se vê obrigado a cumprir com o dever. Manuel Correia é processado, em 1944, pelo Tribunal de Segurança Nacional e, no ano seguinte, anistiado através de um decreto do presidente Getúlio Vargas.

Mas, a despeito de toda a repressão existente na época, ele é um dos oradores no enterro do estudante Demócrito de Souza Filho, representando os concluintes de Direito do ano de 1945. O escritor iria preso, ainda, por integrar o GEPA, um Órgão criado por Miguel Arraes de Alencar, governador de Pernambuco, para assistir à população e ao trabalhador pobre do sertão.

Manuel Correia escreve a obra A terra e o homem no Nordeste, com o objetivo de esclarecer políticos e estudiosos acerca da reforma agrária. Apesar de ter sido elaborado por um professor universitário, trata-se de um trabalho mais militante que acadêmico. Por essa razão, o livro é apreendido após o golpe de 1964, uma vez que os militares o consideram como sendo um material de cunho subversivo. Segundo o próprio autor declararia, “o livro A terra e o homem no Nordeste lhe deu cargos importantes, elogios e prisões.

O jovem professor conheceu vários países e realidades fora do Brasil: estudou na École Pratique de Hautes Études, na França; passou quinze dias em um congresso em Israel e viajou por todo o Estado; lecionou nas Universidades de Sukuba, no Japão, e na Universidade de Buenos Aires, na Argentina; deu palestras e conferências no Peru, no México, na Colômbia, na França e nos Estados Unidos (Califórnia), entre outros.

Fica difícil registrar em poucas linhas os inúmeros cargos, funções e homenagens que Manuel Correia teve, recebeu, e continua tendo e recebendo. Destacam-se: o título de Doutor Honoris Causa, por parte de três Universidades Federais (a do Rio Grande do Norte, a de Alagoas, e a de Sergipe), e pela Universidade Católica de Pernambuco; as funções de Chefe do Departamento de Geografia e História da Faculdade de Ciências Econômicas, da UFPE, e de Coordenador do Curso de Mestrado em Economia, da UFPE. Ele ganharia, inclusive, um verbete no Who´s who in Brazilian economic life.

Em 1984, Manuel Correia foi nomeado Diretor do Centro de Documentação e de Estudos da História Brasileira Rodrigo Mello Franco de Andrade (CEHIBRA), da Fundação Joaquim Nabuco, cargo que ocupou até 2003. O volume de sua produção científica foge dos padrões e limites dos demais membros da Academia Pernambucana de Letras. O incansável pesquisador possui mais de cem (100) livros e duzentos e cinqüenta (250) artigos publicados, inclusive muitos deles em várias línguas.

Abaixo, lista-se algumas de suas obras, por ordem cronológica de publicação:



  • Geografia do Brasil, 3a. série ginasial. São Paulo, 1952;
  • Geografia geral para a 1a. série ginasial. São Paulo, 1954;
  • Geografia geral para a 2a. série ginasial. São Paulo, 1954;
  • Geografia geral para a 4a. série ginasial. São Paulo, 1957;
  • Geografia e história de Pernambuco. São Paulo, 1959;
  • A pecuária no agreste pernambucano. Recife, 1961;
  •  O Distrito Industrial e suas condições climáticas. Recife, 1962;
  • Geografia do Brasil: região Nordeste. São Paulo, 1962;
  • A terra e o homem no Nordeste. São Paulo, 1963;
  • Geografia do Brasil, curso colegial. São Paulo, 1965;
  • Geografia geral: física e humana. São Paulo, 1965;
  •  A guerra dos cabanos. [Rio de Janeiro], [1965].
  • Espaço, polarização e desenvolvimento: a teoria dos pólos de desenvolvimento e a realidade nordestina. Recife, 1967;
  • Geografia dos continentes. São Paulo, 1968;
  • Geografia econômica do Nordeste: o espaço e a economia nordestina. São Paulo, 1970;
  • Nordeste, espaço e tempo. Petrópolis, 1970;
  • Movimentos nativistas em Pernambuco: Setembrizada e Novembrada. Recife, 1971
  • Aceleração e freios do desenvolvimento brasileiro. Petrópolis, 1973;
  • Geografia econômica. São Paulo, 1973;
  • O processo de ocupação do espaço regional do Nordeste. Recife, 1975;
  • Os trinta anos do Brasil. Recife, 1976;
  • História econômica e administrativa do Brasil. São Paulo, 1976;
  • O planejamento regional e o problema agrário no Brasil. São Paulo, 1976;
  • O processo de ocupação do espaço pernambucano. Recife, 1976;
  • Agricultura & capitalismo. São Paulo, 1979;
  • Latifúndio e reforma agrária no Brasil. Rio de Janeiro, 1980;
  • 1930: a atualidade da Revolução. São Paulo, 1980;
  • Capital, Estado e industrialização do Nordeste. Rio de Janeiro, 1981;
  • Nordeste: a reforma agrária ainda é necessária? Recife, 1981;
  • As alternativas do Nordeste. Recife, 1983;
  • Projeto, avaliação e diagnóstico da Geografia no Brasil. Brasília, 1983;
  • Poder político e produção do espaço. Recife, 1984;
  • Classes sociais e agricultura no Nordeste. Recife, 1985;
  • Abolição e reforma agrária. São Paulo, 1987;
  • Geografia, ciência da sociedade: uma introdução à análise do pensamento geográfico. São Paulo, 1987;
  • O Nordeste e a Nova República. Recife, 1987;
  • O homem e a cana-de-açúcar no vale do Siriji. Recife, 1987;
  • mperialismo e fragmentação do espaço. São Paulo, 1988;
  • A Revolução de 30: da República Velha ao Estado Novo. Porto Alegre, 1988;
  • O Brasil e a África. São Paulo, 1989;
  • Caminhos e descaminhos da Geografia. Campinas, 1989;
  • A Itália no Nordeste: contribuição italiana ao Nordeste do Brasil. Recife, 1992
  • Uma geografia para o século XXI. Recife, 1993;
  • O desafio ecológico: utopia e realidade. São Paulo, 1994;
  • A questão do território no Brasil. Recife, 1995.

 Vale a pena registrar que, além de companheira de uma longa jornada, a sua esposa, Lurdinha, sempre foi uma de suas maiores colaboradoras, lendo e revisando todos os trabalhos que o autor escreve.

Compulsivo por leitura, Manuel Correia possui uma biblioteca particular avaliada entre trinta mil e quarenta mil obras. E novos trabalhos não param de chegar às suas mãos, seja porque ele os adquire, seja porque as pessoas lhe enviam de presente as publicações. A cada mês que passa, portanto, cerca de cem novos livros vêm para o seu acervo pessoal.

Comprometido com a reforma agrária, com um Brasil e um Nordeste, em particular, menos iníquos e mais desenvolvidos, Manuel Correia de Oliveira Andrade declara ser um homem realizado. E a Fundação Joaquim Nabuco, como escreveu o folclorista Mário Souto Maior, se orgulha de ter sido, por muitos anos, o berço e a oficina de trabalho daquele notável pesquisador.

Manuel Correia de Oliveira Andrade vem a falecer no dia 22 de Junho de 2007, no Recife, em consequência de problemas cardíacos. Seu corpo foi velado na Academia Pernambucana de Letras.

FONTES CONSULTADAS:


ARAÚJO, Rita de Cássia Barbosa de(Org.); BERNARDES, Denis: FRENANDES, Eliane Moury. O fio e a trama: depoimento de Manuel Correia de Andrade. Recife: UFPE. Ed. Universitária, 2002.

GASPAR, Lúcia (Coord.); PODEUS, Raquel Batista; SILVA, Rosi Cirstina da. Manuel Correia de Andrade: cronologia e bibliografia. Recife: UFPE. Ed. Universitária, 1996.


Fonte: Fundação Joaquim Nabuco

domingo, 18 de dezembro de 2011

IBGE divulga ranking das maiores Regiõs Metropolitanas do Brasil

São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife são as maiores.
Salvador, 3ª maior capital, tem sua região metropolitana em 7º lugar.


Do G1, em São Paulo
Dados populacionais do Censo 2010 divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta semana mostram crescimento das regiões metropolitanas em todo o país. São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife continuam sendo as cinco regiões metropolitanas mais populosas do país, somando mais de 44,4 milhões de habitantes. Em todo o país, o Censo 2010 registrou 190.732.694 habitantes.
Na lista dos dez municípios mais populosos, Belo Horizonte, Curitiba e Recife perderam posições na comparação com o censo realizado em 2000. No levantamento antigo, essas capitais ocupavam as posições de número 4, 7 e 8, respectivamente. Em 2010, passaram para as posições 6, 8 e 9.Houve algumas mudanças na posição das capitais quanto ao tamanho de sua população. Destaca-se por um lado Brasília e Manaus que ganharam duas posições e por outro Belo Horizonte e Vitória que perderam duas posições.
"A análise isolada do crescimento populacional das capitais não permite vislumbrar o crescimento de suas regiões metropolitanas, já que muitas destas apresentam ritmo de crescimento diferente de suas capitais ou principais municípios", afirma Ernesto Galindo, técnico do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Salvador, apesar de ser a terceira maior capital, tem sua região metropolitana classificada apenas em sétimo lugar. O inverso ocorre com Recife (em nono lugar), que possui uma população bem menor que a de Salvador (em mais de um milhão de habitantes), por exemplo, mas sua região metropolitana se mantém em quinto lugar.
"O porte populacional e o número de municípios das regiões metropolitanas e seu crescimento e posição devem ser observados com os devidos cuidados", afirma Galindo. Segundo ele, se for considerada a mesma base territorial das regiões metropolitanas em 2010 para o ano de 2000, sua participação na população brasileira variou pouco, partindo de 43,54% em 2000 para 43,91% em 2010.
CONFIRA O RANKING DAS POPULAÇÕES DAS REGIÕES METROPOLITANAS DO PAÍS
Regiões Metropolitanas 2010EstadoPopulação 2000Posição 2000*População 2010Posição em 2010
São PauloSP17.878.703119.672.5821
Rio de JaneiroRJ10.792.518211.711.2332
Belo HorizonteMG 4.819.2883 5.413.6273
Porto AlegreRS 3.718.7784 3.960.0684
RecifePE 3.337.5655 3.688.4285
FortalezaCE 3.056.7697 3.610.3796
SalvadorBA 3.120.3036 3.574.8047
CuritibaPR 2.768.3948 3.168.9808
CampinasSP 2.338.1489 2.798.4779
ManausAM 1.725.53612 2.210.82510
GoiâniaGO 1.743.29711 2.173.00611
BelémPA 1.795.53610 2.040.84312
Grande VitóriaES 1.438.59614 1.685.38413
Baixada SantistaSP 1.476.82013 1.663.08214
NatalRN 1.116.14715 1.340.11515
Grande São LuísMA 1.091.97916 1.327.88116
João PessoaPB 1.019.64617 1.198.67517
MaceióAL   989.18218 1.156.27818
Norte/Nordeste CatarinenseSC   906.98219 1.094.57019
FlorianópolisSC   816.31520 1.012.83120
AracajuSE   675.66723   835.65421
Vale do Rio CuiabáMT   726.22021   834.06022
LondrinaPR   678.03222   764.25823
Vale do ItajaíSC   558.16526   689.90924
Campina GrandePB   636.31524   687.13525
Vale do AçoMG   563.07325   615.00426
MaringáPR   517.49028   612.61727
AgresteAL   556.60227   601.25128
CaririCE   497.78229   564.55729
CarboníferaSC   484.91630   550.24330
Foz do Rio ItajaíSC   375.58931   532.83031
MacapáAP   363.74732   499.11632
ChapecóSC   353.76533   403.45833
TubarãoSC   324.59136   356.79034
LagesSC   348.83534   350.60735
Sudoeste MaranhenseMA325.22935345.87836
* Calculado a partir da mesma base territorial das RMs em 2010, apesar de algumas RMs não existirem em 2000 e outras terem composição diferente da atual.
CONFIRA A LISTA DOS DEZ MUNICÍPIOS COM MAIOR POPULAÇÃO
MunicípioPopulação em 2000MunicípioPopulação em 2010
1 - São Paulo10.434.2521 - São Paulo11.244.369
2 - Rio de Janeiro 5.857.9042 - Rio de Janeiro 6.323.037
3 - Salvador 2.443.1033 - Salvador 2.676.606
4 - Belo Horizonte 2.238.5264 - Brasília 2.562.963
5 - Fortaleza 2.141.4025 - Fotaleza 2.447.409
6 - Brasília 2.051.1466 - Belo Horizonte 2.375.444
7 -  Curitiba 1.587.3157 - Manaus 1.802.525
8 - Recife 1.422.9058 - Curitiba 1.746.896
9 - Manaus 1.405.8359 - Recife 1.536.934
10 - Porto Alegre 1.360.59010 - Porto Alegre 1.409.939
Fonte: IBGE

 





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